Entre brincadeiras, gentilezas e fantasia, saí por ai juntando flor por flor, só pra te lembrar do que a natureza tentou imitar quando olhou pra ti. Um pouco mais tarde, um tanto quanto mais sóbrio, arrastei a cadeira para você devorar aquele pão com manteiga enquanto te distraia com assuntos descomplicados e, sem perceber, de um jeito meio louco, eu me esforçava o tempo todo.

Por um sorriso seu.

Eu te ofereço calor, abraços e carinho. Enfrento sua TPM com um escudo feito de doces ou, então, com massagem e uma espada de flores. Eu deixaria de beber, ficaria rico num mês. Eu dormiria de meia pra virar burguês.

Talvez soe exagerado, quase desesperado.

Mas, às vezes, parece que romantismo tornou-se démodé e, quando eu digo romantismo, me refiro ao que ali em cima está escrito. Não aos apelidos bregas, as contas compartilhadas nas redes sociais ou, sei lá, camisetas com a foto do casal.

Eu prometo (sem cruzar os dedos) não te chamar no diminutivo, nem te apelidar de “moreco”, “ursinha”, tampouco imitar aquela irritante voz de criancinha. Serei simples, atencioso – por vezes – romancista e, assim, conquistarei um sorriso seu.

Todos os dias.

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