Escolhas. Nossas vidas são baseadas nelas e nos caminhos aos quais elas nos levam. Tentar ou não um novo corte de cabelo, aceitar a proposta de emprego em outra cidade, fazer aquela viagem há muito programada. Para cada alternativa, pensamos nos riscos envolvidos e, por natureza, o ser humano tende sempre a arriscar menos.

No amor não é muito diferente. Ninguém gosta de se machucar e especialmente depois de algumas batalhas perdidas, ficamos cada vez mais descrentes.

Quando conhecemos alguém, é inevitável imaginar o futuro – e não precisa ser muito distante. Temos medo de apresentar a pessoa para os amigos e familiares, não contamos todos os nossos segredos e até fingimos sermos pessoas diferentes por alguns momentos. O que não percebemos é que esta cautela em excesso, ao invés de nos proteger, afasta aqueles ao nosso redor.

Eu decidi arriscar. Não me importa se vamos ficar juntos por duas semanas ou dois anos. Quero viver cada momento da maneira mais intensa possível e marcar a vida de quem cruzar o meu caminho, assim como marcam a minha.

Quem decidir caminhar ao meu lado vai encontrar um livro aberto, onde pode-se ler todas as histórias passadas e, mais importante ainda, existem muitas páginas em branco para novos capítulos serem escritos.

E se, um dia, eu for apenas uma lembrança no mural de fotos, tudo bem. Pessoas entram e saem das nossas vidas o tempo todo. Umas, sem nem percebermos. Outras deixam marcas, saudades e boas lembranças.

Se eu não puder ficar, que seja uma memória boa lembrar do nosso tempo juntos.

O medo de arriscar não me tira a coragem de tentar.

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