Quando não encontramos nossa perfeita combinação, como arroz e feijão, e assistimos tempestades de declarações apaixonadas inundando as redes sociais, enquanto seguimos colecionando relacionamentos – sem sentimentos – de pele e de pelo, às vezes, bate um certo desespero.

Quando deitamos desacompanhados numa cama confortável e o silêncio toma conta do quarto, a gente confere se há um dedo podre escondido entre os demais, procura um culpado, culpa o acaso, incrimina o cupido e questiona.

Quando você vem ou não?

Confesso já ter feito alguns planos e estou esperando você chegar para fazermos muito mais. Vem logo. Vem cuidar de mim e deixe que eu cuide de você. Vamos ver um seriado, compartilhar a pipoca com manteiga, ir num bar tomar cerveja, ouvir música alta, inventar bobagens e morrer de rir.

O amor está na simplicidade.

Eu não quero que você seja perfeita, não mesmo. Quero que você seja errada, atrapalhada, colecione hematomas, distribua sorrisos, ame a liberdade, tenha personalidade, fale alto, fale demais, seja suave, intensa, seja forte, chore e, o mais importante, seja você.

Prometo gostar de você exatamente do jeito que você é.

Por ora, continuo reunindo os amigos, viajando sozinho, assistindo bons filmes, pressentindo que alguém vai chegar como quem não quer nada e somar, aí, então, demonstrarei com olhares e atitudes que eu quero ficar e direi ao mundo, de peito aberto, sem gaguejar.

Eu encontrei o meu bem.

Importante: é essencial que você goste do Budweiser, meu gato. Não consigo confiar em pessoas que não gostam de gatos. Ah! E ele é um amor, olha: foto

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