Pois só ela me entende e me acode.

Em tempos que estou cansado da vida, cheio de mágoas e impaciência, basta eu chegar ao seu lado que ela me olha fixamente, me beija passando sua delicada mão em meus cabelos e me pergunta:

-“Tá tudo bem?”

Na queda ou na ascensão, ela é a paz da minha guerra.

Seus simples gestos de consolo e preocupação já bastam para que qualquer agonia se torne alívio e tranquilidade dentro de mim. Ela tem o poder de me acalmar e fazer com que eu acredite novamente no que cheguei a desacreditar. Com suas palavras doces e jeitinho de menina, ela se demonstra uma mulher forte e companheira.

Ela é meu estado de espírito. Ela é a minha proteção.

Percebi o quanto uma mulher pode levantar um homem do chão e levá-lo aos patamares mais altos da vida, simplesmente com seu companheirismo. Acredito em mim, mas ela acredita ainda mais. Isso me dá forças para lutar pelo melhor, não por mim, mas por nós. Em um mundo onde paixões duram semanas e amores duram meses, entrego a ela a minha alma.

Com ela eu sou a paz, o amor e a esperança.

Se eu cair, sei que ela estará ali, com soro, esparadrapos, muitas cervejas para darmos risada desse tombo e um abraço recheado de beijos. Se o oposto acontecer, a recíproca sempre será clara. Enxugaremos as lágrimas, levantaremos fortalecidos e seguiremos como sempre fizemos: juntos.

Se o telefone tocar novamente, espero que sempre seja ela.
O meu amor.

Salve Ben Jor!

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