Vem cá, deixa eu te contar o que passa aqui nessa cabecinha – às vezes confusa, esquecida que só, mas sempre pensando em você.

Nunca fui muito boa com as palavras – pelo menos não as escritas – você, sabe. Mas, hoje, acordei com vontade de te dizer algo que, por mais óbvio que seja, ainda precisa ser dito.

Amar é um verbo.

Amar não é substantivo, algo material. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não pode ser chamado de “meu”, “seu”. Não pertence a ninguém. Se existisse propriedade sobre o amor, nós privaríamos uns aos outros de experimentá-lo e este seria o maior pecado da humanidade. E amar é tão bom!

Nosso mundo é tão grande, não é? E eu amo a nossa liberdade. E não tem nada a ver com não dar satisfações, cada um sair com seus amigos…tudo isso é tão clichê. Nosso amor não tem adjetivo que define. A liberdade que amo é essa de poder falar qualquer bobeira que me vier à cabeça com a certeza da tua risada. De jogar minha cabeça contra a cama sabendo que sua mão vai estar lá para aparar a queda.

De ter meu melhor amigo e cúmplice do meu lado para aceitar todas as minhas idéias malucas, ouvir as histórias em que me perco e não termino. Passar vergonha das piadas que não sei contar e esquecer comigo todas nossas datas comemorativas.

Bom, me desculpa se essa não foi a melhor carta de amor que alguém já escreveu.

É que amar é um verbo.

E quando se demonstra amar, não são necessárias palavras.

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