Ela cansou.

Cansou daquele cara chato e manipulador, que segue o modelo padrão da vida certinha e regrada, com uma linha do tempo milimetricamente calculada. “Vamos casar com 25, ter o primeiro filho aos 27 e o segundo aos 29. Teremos uma casa grande, cachorros e seremos felizes jantando todos os dias às oito da noite”.

Poatz, veja bem.

“Eu to na estrada. Eu nunca sei a hora. Eu nunca sei de nada”.

Ela abandonou completamente essa prisão do seu futuro. Hoje ela segue sua vida sem roteiro pré­-definido e está feliz com isso. Ela não prioriza mais os bens materiais, e sim suas valiosas experiências de vida, conhecendo pessoas e lugares novos e abrindo sua mente cada vez mais para experiências desconhecidas.

Ela quer viajar e ter sua mente livre.

“Pode falar que eu nem ligo. Agora eu sigo o meu nariz”.

Foda­-se (peço o perdão do português claro), mas foi essa a palavra que ela adotou para seguir sua vida. Ela quer viver do jeito dela. Não se importa mais com o que os outros vão falar ou mesmo pensar.

E na boa, estamos precisando de mais pessoas assim.

“Nem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho, que hoje eu passei batom vermelho”

Não venha com aquela conversa conservadora, por favor. “Tira esse vestido, cubra esse decote e tira esse batom! Eu não vou sair se você estiver desse jeito”. Se fosse no passado, ela poderia se sentir culpada e trocar de roupa. Hoje, ela daria risada e mandaria o infeliz ficar em casa.

Por que no final das contas. Ela pensa que: ou soma, ou some. Sua filosofia de vida mudou. Agora a prioridade é ser feliz, e se for com ela sozinha no momento, que seja assim.

“Eu tenho tido a alegria como um dom. Em cada canto vejo um lado bom”.

Gostou? Então compartilhe esse texto com seus amigos do Facebook clicando aqui :)