Rasgue os rótulos, ignore os constantes pré-julgamentos, desdenhe o conservadorismo e apresente o seu dedo do meio ao machismo. A réplica será algo estúpido, talvez um “isso não é coisa de menina”, aí, então, é a sua hora de sorrir com ironia ou apenas aproveitar a oportunidade para observar em silêncio essa atitude boçal.

Moça, não tenha medo.

Esmigalhar conceitos ultrapassados é só mais uma das batalhas diárias desse sexo tão delicado quanto um coice de cavalo. Desconstruir paradigmas é trabalhoso, por vezes, doloroso, mas não desista. Viver é isso. É lutar e se jogar, sabendo que ninguém pode julgar.

Moça, relaxa.

Pedale sem rumo por aí, viaje o mundo com uma mochila nas costas, faça uma maratona com suas séries favoritas, beije a boca que quiser, durma com quem você quiser, coma salada ou massa, coma muito, dance muito, até o dia clarear – a vida é tão mais vida de manhã.

Moça, mesmo que a sua liberdade cause estranhamento nos seus familiares mais tradicionalistas, assuste pessoas antiquadas e afugente os homens mais covardes, seja livre.

A vida é muito curta para não fazer o que ama.

Escuta aiii!

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