Era o último dia daquela viagem. Decidi ir para o bar do outro lado da rua somente para tomar algumas cervejas e jogar conversa fora, pois precisava ir embora cedo no dia seguinte. O pessoal estava todo reunido no porão. Comprei uma cerveja e encontrei um grupo que conheci na festa do dia anterior.

Foi naquele instante que você apareceu.

Não consegui prestar atenção em mais nada. Você foi chegando perto, cumprimentou todos da roda, inclusive eu. Veio ao meu lado e, depois de um sorriso e uma troca de olhares mais intensa, começamos a nos falar.

Conversamos sobre a vida, viagens e histórias engraçadas.

O toque entre os nossos braços a cada reação já era constante. A música ficou mais agitada e fomos para a pista. Cheguei perto de você e com uma puxada sutil na sua cintura, aproximei nossos rostos e quando vimos, beijávamos intensamente. A coisa foi esquentando, com leves chupões no pescoço e mordidas na orelha. Sentia os arrepios nos seus braços. Te chamei para o canto e lhe perguntei:

-“Vamos sair daqui?”

A resposta foi imediata: uma puxada em meus cabelos, um beijo e um sim convicto. Saímos na mesma hora.

Começamos a subir as escadas do hostel. Ao chegarmos na minha suíte, lembramos que os quartos eram compartilhados. Em uma decisão rápida, mesmo com as pessoas dormindo, entramos silenciosamente e fechamos a porta do banheiro. Logo agarrei sua bunda e os beijos continuaram. Arranhões nas minhas costas. Te peguei no colo e te coloquei na borda da pia. Abaixei a parte de cima de seu vestidos e chupei seus seios lentamente, com leves mordidas nos mamilos.

Fui descendo, puxei de lado sua calcinha e comecei a te chupar. Você gemeu alto. Tampei sua boca com a minha mão e você chupou meus dedos com seus olhos ainda fechados. Depois, você desceu da pia e me fez levantar. Abriu minha camisa e foi descendo com beijos até chegar à minha calça. Você a desabotoou, abaixou minha cueca e me fez um boquete batendo uma junto.

Foi sensacional.

Te virei de costas, puxei seus cabelos para que seu ouvido ficasse perto da minha boca e ao mesmo tempo, enfiei. Você estava completamente molhada. Seus gemidos já não eram mais contidos e não nos importávamos mais. A cada fodida eu sentia cada vez mais a sua pele arrepiada. Mudamos de posição e você sentou em mim de costas. Começou a rebolar no meu pau, enquanto eu massageava sua boceta. Você começou a tremer, apertando seus seios e arranhando meu braço. Foi nessa intensidade até você gozar.

Depois, coloquei meu pau na sua boca e você pediu para que eu gozasse nela quando percebeu que eu estava quase lá. Fiquei maluco! Quando gozei, você continuou olhando para mim. Limpou a beirada dos lábios e os mordeu levemente.

Nos vestimos e saímos rindo, suados e descabelados, com aquela sensação de que aproveitamos cada momento juntos, nem fosse apenas por aquela noite. Voltamos para o bar e curtimos até ele fechar. No dia seguinte, embarquei de volta para casa e, mesmo sabendo que você é de muito longe, deixei em sua porta um bilhete com apenas 4 palavras:

Espero te ter novamente.

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