Cheguei ao bar, quase um boteco, no início da noite. Sentei na mesa com alguns amigos e, antes mesmo de cumprimentá-los, recebi um copo de cerveja gelada, servido por um garçom apressado. Entre conversas descontraídas, risadas e goles, avistei na mesa ao lado alguém que roubou minha atenção e, sem hesitar, enviei sinais que ela soube interpretar.

Eu não desejava um romance, nem ela.

Quando a porta, vagarosamente, isolou aquele quarto de motel, senti o coração dela disparando. Deixou a vergonha do lado de fora e, com os olhos, requisitou submissão. Agarrei seu quadril com força e, amassados, joguei nossos corpos sobre o colchão de molas.

Comecei beijando seu pescoço e ela retribuiu enfiando a mão por baixo da minha cueca, acariciando num movimento constante, para cima e para baixo. Desabotoou, quase rasgando, minha camiseta com a outra mão e beijou meu peito, depois a barriga. De joelhos, tirou minha cueca boxer, primeiro apreciou o gosto lambendo, bem devagar, depois, beijou e chupou com vontade, olhando nos olhos.

Eu, concentrado para não gozar, empunhei o cabelo dela e a botei novamente sobre a cama. Arremessei a blusa dela num canto, arranquei a calça com entusiasmo. Coloquei a mão sob a calcinha dela, acariciando com o dedo do meio, sem penetrar. Ela se contorcia. Ai, então, enfiei o dedo. Ela chovia por dentro. Lambi e apreciei o gosto dela. Olhei nos olhos, dei leves mordidas na nuca enquanto apertava os seios e fui beijando da boca até a barriga. Passava os lábios por suas coxas e o corpo dela tremia, abrindo as pernas, cada vez mais, como se implorasse por uma chupada.

Atendi ao pedido retirando sua calcinha encharcada por suor e prazer.

Sem medo, enfiei a cara, o dedo, a língua, depois, a deixei de bruços e penetrei fundo. Ela agradecia com sinceros gemidos e, eu, aumentava o ritmo. Dei um tapa na bunda com força, apertei e, amortecida pelo álcool, ela exigiu mais. Continuei batendo, apertando, enfiando, até que, os dois corpos tremeram em êxtase.

Ela entrou no banheiro, caminhou sobre a ponta dos pés em direção ao box de vidro e, sem tirar os anéis, tomou uma ducha morna. Retornou ao quarto despida, com o rímel borrado, e recuperou o fôlego pós-gozo. Vestiu sua calcinha preta, um tanto transparente, sobrepôs um jeans apertado e saiu, me deixando com a sensação de que, às vezes.

Foder pode ser tão bom quanto fazer amor.

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