Tá certo, todo mundo acaba sendo meio perdido em algum momento da vida.

Você beija a pessoa em algum momento: festa, barzinho, o que for. Vocês trocam contatos, mandam mensagens de “bom dia”, “como foi no trabalho?” e o famoso “qual a boa do final de semana?”. Todas essas perguntas que você sabe que são clichê, jogadas apenas como um ensaio para um convite de um próximo encontro.

A saída rola, o clima vai esquentando e a coisa acontece.

Passam alguns dias, as mensagens vão diminuindo e aquela expectativa que você criou, parece que vai virar decepção. Culpa da pessoa que te iludiu, certo? Talvez não. Olhe para a sua vida e faça uma retrospectiva. Você não pode culpar a pessoa, pois confesse: você também já fez isso com alguém.

Você estava naquela fase do desapego, ficou com a pessoa e depois quis seguir a vida. Você não chegou a mentir, nem iludir. Mas você sabe que gerou uma falsa expectativa nela, pois ela te mandou mensagens e, ou você demorou para responder, ou simplesmente ignorou.

Ainda bem que o tempo passa e teoricamente, amadurecemos.

Vamos ter mais empatia um pelo outro. Às vezes, o que você faz, pode impactar na vida da outra pessoa de uma maneira que você nem imagina. Não há nada pior do que termos aquela sensação do “o que eu fiz de errado?”, quando não há nada de errado.

Respeite o outro, mas ao mesmo tempo, se respeite. Tempo é sagrado, e até que se prove o contrário, só temos essa vida.

Na levada do vivendo a aprendendo, se conhecendo melhor ao longo da estrada, você vai perceber as características do tipo de pessoa que você quer passar uma noite, ou passar o resto de seus dias.

Quando chegar a esse ponto, na boa, tenha honestidade! Se você sabe que não vai rolar, não perca seu tempo, nem o da pessoa que está com você.

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