Li por aí que o “talvez” é a pior das prisões, por isso, eu insisto: não tenha medo de arriscar. Amanhã pode ser tarde. Ame agora, fale agora, abrace agora e faça valer a pena cada verso daquela canção sobre acreditar.

Não se preocupe com rejeições.

Responda no ato, sem joguinhos sentimentais – isso não funciona mais. Não procure desculpas pra recusar convites, também não tenha medo de convidar. Para de curtir as fotos dele, vai lá fora e chama logo ele pra tomar uma breja ou, quem sabe, assistir um filme.

Demonstra.

Escreva uma mensagem de “bom dia” enquanto você ainda está embriagada de sono. Marca ele naquele post do Facebook que te arrancou uma gargalhada. Mostra uma foto do lanche que quase não cabe nas suas mãos, mas caberá no seu estômago.

Demonstra, sim.

Manda textão, ou então, quando não puder (ou quiser) digitar que seja áudio. Longos e eternos áudios sobre seu dia ou, talvez, sobre a vida. Ah! E antes de dormir, diz que você tá com saudades.

Não tenha medo de sentir.

Se não for recíproco, tá tudo bem, aí você desencana e desapega. Mas tenta! Se for pra errar que seja por gostar demais. Se houver sincronia – tão raro hoje em dia – aí você fica. Mas fica já! Ame agora, fale agora, abrace agora e se joga.

Eu juro que afeto e paz não vão te faltar.

“Tu, que tem esse abraço casa
Se decidir bater asa
Me leva contigo pra passear”

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