Companheira.

Topa sem frescura. É o famoso: “vamo?”, “bora!”. Sabe aquele papo de “só no final de semana?”. Nada disso. Nos vemos de dia de semana também, nem que seja por poucas horas, só para matarmos a saudade e conversarmos um pouco. É aquela mina que me acompanha na bebedeira e paga de doida junto comigo fazendo danças estranhas no rolê do sábado, transa com vontade a madrugada inteira e no domingo deita no meu ombro, de ressaca, me fazendo companhia no Netflix e pipoca (e bebendo uma água para revigorar).

Carinhosa.

Ela percebe quando estou em um mal dia até em uma simples conversa por Whatsapp. Me pergunta o que aconteceu. Se preocupa e não o faz por tabela. Ela realmente se importa e gosta de me agradar. Quando estamos juntos é massagem, cafuné e muita conchinha. E por que ela faz tudo isso? Porque sabe que eu faço o mesmo por ela.

Autêntica e de atitude (sim!).

Comigo não tem essa de ser princesa fora, e entre quatro paredes uma safada. Ela precisa ser do jeito dela e acabou. Se quer transar em algum lugar diferente ou fazer algo diferente, ela me chama. Parte pra cima. Me instiga. Não faz joguinho besta. Eu também faço isso. Mas quando um quer e o outro não se sente bem com aquilo, isso também é posto na mesa. Ninguém intima ninguém a fazer nada que não quer. A relação é de respeito e companheirismo. Os dois precisam estar à vontade (mas raramente não estamos quando estamos juntos).

Respeita o espaço dela e o meu.

Sabe que é saudável ela ter o tempo só com as amigas dela, assim como é para mim com os meus amigos. Poxa, não nascemos grudados e não precisamos também estar 100% do tempo juntos. A nossa base é a confiança. Basta eu dar um toque para ela (e vice-versa) quando rolar esses rolês e acabou. Isso além de ser uma demonstração de maturidade, diminui aquela brexa para o ciúme.

Mente aberta e empática.

Ela sabe que podemos pensar diferente em inúmeros aspectos: política, religião, música e assim vai. Mas uma coisa nós temos em comum e que é crucial: a empatia e os valores. Hoje aprendemos que é importante se colocar no lugar da outra pessoa, entender o problema como se você estivesse na pele do outro e principalmente, manter os valores que aprendemos em casa, como educação, honestidade e respeito.

E por fim, amiga.

Sei que posso conversar com ela sobre tudo: conquistas, desejos, objetivos de vida, aflições, raiva, entre inúmeras outras coisas. Um é o braço direito do outro.

Pois é, às vezes me pergunto se já encontrei essa mulher, ou se não estava preparado para perceber que a havia encontrado. Acontece. Um dia após o outro e vamos aprendendo a conhecer melhor a pessoa que está conosco e principalmente, nos conhecer melhor.

Sou um cara que não desiste fácil. Vou continuar buscando, quebrando a cara e me aventurando. Um dia eu acho essa mulher dos meus sonhos. E pode apostar: quando eu a achar dessa vez, ela não me escapa.

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