Ela apareceu do nada. De uma forma e em um momento inesperado. Chegou chegando com seu sorriso fácil, sua risada que contagia e seu olhar encantador que conseguiu me deixar ainda mais idiota.

Primeiro ela não queria nada com nada. Só me enrolava.

Demorava para responder minhas mensagens. Quando eu a chamava para fazer algo, falava que ia ver e não respondia mais. Quando eu perguntava se ia rolar, dizia que já estava em outro lugar com as amigas. Eu dava risada. Pensava: “só pode ser maluca! Para piorar, está ME deixando maluco”.

Mas o tempo foi passando e a menina marrenta foi começando a confiar em mim. Conseguimos finalmente sair sozinhos e nos entendemos logo na primeira conversa. Aquela tarde, com aquela vista e a companhia um do outro só nos fez nos entender uma coisa: vai dar merda (risos). O santo bateu! Era muita coisa em comum, o assunto fluía, e o toque. Ah o toque. Era pura química.

Hoje eu acordo com o bom dia dela, e durmo com o seu boa noite. As mensagens foram substituídas por ligações, as histórias são contadas pessoalmente e as tentativas de saídas viraram almoços, jantares e bebedeiras ao longo da madrugada.

Confesso que já fazia tempo que o destino não me dava uma voadora dessas. Realmente é imprevisível quando as coisas vão acontecer e como vão acontecer. Mas sabe o que eu penso? Deixa rolar e aproveita cada instante. A intensidade dá medo, eu sei. Mas ela proporciona cada momento impagável que vai ser difícil depois você descrever nas suas “histórias da juventude”.

Hoje essa menina virou completamente o meu mundo de ponta-cabeça, e eu o dela.

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