Saí do banho por volta de umas dezoito horas. Era uma quinta-feira, sem garoa, sem vento, um clima bem ameno. Vesti uma cueca boxer preta, sobrepus com uma calça jeans escura, depois uma camiseta básica branca, ajeitei o cabelo com as mãos, borrifei meu perfume favorito nos pulsos e na nuca, dei uma última olhada no espelho semi embaçado, coloquei o peixe enrolado com alumínio e batatas pré-cozidas no forno, calcei o tênis, peguei a chave do carro e sai.

Estacionei o carro em frente ao trabalho dela e aguardei ouvindo música. Logo ela apareceu pela porta do prédio, de vestido preto, e caminhando com seu jeito distraído, não reparou que eu estava lá. Era surpresa. Dei uma leve buzinada, ela olhou na minha direção e abriu um sorriso tão gostoso. Acelerou o passo, entrou no carro, me presenteou com um caloroso abraço e um beijo apaixonante.

Chegamos em casa, entramos e os olhos dela brilharam. A luz baixa, as velas e os pratos cuidadosamente dispostos sobre a mesa davam um ar romântico ao ambiente. Ela, faminta, sentou-se e eu a servi um saboroso prato caseiro acompanhado por algumas taças de vinho. Comíamos e conversávamos sobre nossos dias, nossas conquistas. Satisfeita e radiante, ela largou os talhares e apreciou um pouco mais daquele vinho Merlot.

Levantei, me posicionei atrás dela e, de pé, comecei uma massagem nas suas costas. Ela retribuía com pequenos e prazerosos suspiros. Continuei. Alternando com força, leveza e suaves beijos na nuca. Senti o coração dela acelerando, tropeçando. Peguei a no colo, seguimos até o sofá e lá a deixei. De joelhos, tirei seu salto alto e massageei um pouco seus pés, subi as mãos até sua panturrilha, sua coxa, seu quadril. Olhei nos olhos dela e eles imploravam por prazer.

O desejo sexual explodiu e o calor amplificou aquecendo aquela sala. Fiz graça dando um selinho no seu joelho e, ainda com as mãos agarradas no seu quadril, beijei levemente sua coxa. Outro beijo. Subindo devagar. Sentindo a respiração ofegar, cada vez mais. Ela estava entregue. Sentada confortavelmente com as pernas entre abertas. Estiquei o braço e alcancei uma gravata de cetim vermelha próximo ao tapete. Beijei seu rosto e disse ao pé do seu ouvido enquanto amarrava a gravata em volta da sua cabeça, tapando seus olhos:

– Hoje será diferente.

Ela sorriu, ajeitou ainda mais o corpo, abriu um pouco mais as pernas e respirou fundo. Com a língua brinquei um pouco com suas pernas, acariciando-a por entre suas coxas. Levemente. Minhas mãos posicionadas no quadril dela, com força. Continuei. Beijando uma perna por vez, subindo seu vestido, abaixando sua calcinha. Ela gemia baixinho. Desejando. Querendo mais. Abri seu vestido com uma mão e segui beijando seu corpo. A virilha, a barriga, seus peitos. Eu a provocava cada vez mais. Mais intenso. Tirei minha camisa e, com ela amarrei, as mãos dela. Depois tirei a calça, colei meu corpo no dela, com uma mão empunhando seu cabelo e outra apertando sua bunda, beijei sua boca, orelha, chupei seu pescoço.

Tirei todo seu vestido, depois sua calcinha. Apreciei por alguns segundos ela totalmente nua. Suas curvas me encantavam. Não resisti e a beijei novamente. Da boca aos pés. Ela abriu totalmente as pernas, acariciei com calma os lábios, enfiei um dedo, depois dois. Beijei devagar, passei a língua uma, duas, várias vezes. Ela gemia alto e isso me excitava ainda mais.

Montei sobre ela, enfiei, o corpo dela se contorceu. Continuei. Enfiando, pressionando, com movimentos uniformes, fortes. Ela gemia no meu ouvido. Eu a virei de costas e enfiei por trás, ela gemeu ainda mais alto. Acariciando seus seios, colocando por entre suas pernas, por trás. Ela falou baixinho “vai.. vai..”, e mordendo a almofada, gozou. Tirei de dentro dela e gozei logo em seguida, nas costas dela. Ela permaneceu em silêncio por alguns segundos. Sem ar. Sem fôlego. Desamarrei suas mãos e retirei a gravata. Ela olhou para trás, com um sorriso bobo. E sem trocar palavras, apenas olhares apaixonados, o sentimento era claro e recíproco.

Fazer amor é foda.

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