Ei, amor.

Desculpa se o nosso romance não seguir um roteiro convencional – abarrotado de clichês. É que eu gosto do improviso. Ganhar teu riso com uma frase boba enquanto você lambuza toda sua boca com o molho daquele saboroso e bem servido lanchão.

Menina.

Eu não quero roubar teu coração, não. Seria muita pretensão e egoísmo furtar um bem tão precioso. Desejo que ele permaneça aí, apaixonado por mim, por litrão barato, por seus amigos, pela sua família, pela vida – e saiba que o meu estará aqui, balançando com teu sorriso, vibrando com tuas conquistas.

Ei, amor.

Talvez não seja mais nenhum segredo, mas a tua liberdade intimida e – ao mesmo tempo – me fascina. Gosto tanto do teu jeito imprevisível, por vezes, intempestivo. Da energia que você transmite, a força dentro do teu peito e tua capacidade de se reinventar.

Desculpa, tá?

Eu não quero ser o amor da tua vida. Quero ser o da minha – e que você seja o da tua. Relacionamento que causa dependência é uma droga. Desejo para nós muito amor próprio e recíproco, sem posse, cheio de confiança, com doses de loucura e, então, mataremos nossas vontades na cama e a sede na saliva.

Para nós,
Desejo todo amor
Que houver nessa vida.

 

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